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Numa noite de domingo, um campeonato improvisado foi marcado no quintal. As regras eram simples: se o narrador chamasse o gol com entusiasmo, o autor do lance poderia comemorar como se fosse de verdade. Lucas, do alto da varanda, apertou “record” e narrou a final com fôlego, misturando a tradução robusta de Seu Jorge com suas observações: “Olha ele, moleque da rua da Estrela — vai pra cima, chapéu no marcador, que golaço do coração!” Quando o último chute entrou, o grito coletivo ecoou como um coro. Um vizinho abriu a janela e apareceu com café; outro trouxe um cobertor. A narração fez o quintal virar estádio.
Then came the thoughtful, analytical baritone of Mauro Beting, perfectly timed during a lull in the action. "Aê, Silvio. O time está indo pra cima, mas o espaço tá muito pequeno. Precisa ter calma na hora de finalizar."